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Mara Tavares

Historicamente o trabalhador é explorado pelo patrão, que lucra quando paga baixos salários, exige longas jornadas de trabalho, reduz o quadro de funcionários, exige maior produtividade e não oferece condições dignas de trabalho. Não se pode esperar que o reconhecimento e a valorização do trabalhador venham espontaneamente daqueles que só visam o lucro e a manutenção de privilégios a todo custo. Por isso, é imprescindível que a classe trabalhadora se una e se organize para se libertar de toda a exploração e opressão que sofre.

O sindicato tem papel importante e, como força política, temos construído uma jornada de lutas em defesa da classe trabalhadora, na formação da consciência política, organização da categoria e inúmeras mobilizações em defesa dos direitos, sobretudo nesse último período marcado pelo agravamento da crise econômica.

É de fundamental importância a participação e a contribuição pessoal de todos os servidores nessa luta, que não pode ser travada só pela instituição ou pelos seus representantes sindicais, mas por toda a categoria, nas diferentes instâncias criadas para isso: congressos, reuniões do conselho de representantes, assembleias, mobilizações, greves.

Um sindicato se constrói com a participação política e financeira de sua base. Filie-se ao Sinsej e participe!

A filiação pode ser feita com um diretor no local de trabalho, na recepção do Sinsej ou pelo site, clicando aqui.

Exibindo 7 comentários
  • Paulo Anjos
    Responder

    gostaria de saber quantos são os afiliados ao sinsej atualmente.

    • Sinsej
      Responder

      Olá, Paulo
      Cerca de 7 mil.

  • DIONE MELO VERLI
    Responder

    FALAM EM INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA E POLÍTICA…QUANDO DEIXARÃO DE SER FILIADOS DA CUT ??????

    • Sinsej
      Responder

      Dione
      Ser filiado a uma central não tem nenhuma relação com não ser independente politicamente. Falamos de independência de classe frente ao Estado e ao patrão. Estar filiado a uma central é compreender que nossa categoria não está isolada, que sofre explorações comuns a todos os trabalhadores e que há lutas que só podemos travar unidos. A direção do Sinsej tem muitas críticas à política da direção da CUT e não se furta de fazê-las (há vários textos neste site sobre o tema). No entanto, esta ainda é a maior e mais poderosa central sindical do país, um instrumento construído pelos trabalhadores. Não há um problema com o instrumento, mas com sua direção, que combatemos internamente. Todo este debate é feito abertamente nas instâncias da entidade, das quais você pode participar se desejar. A filiação à Central é tema congressual e pode ser discutida tranquilamente nos Congressos do Sinsej.

  • Rosane Reis
    Responder

    Pago o Sindicato em razão do ótimo atendimento odontologico que o Dr Diego presta a mim e aos meus dependentes, e da equipe jurídica que me ajudou muito qdo eu mais precisava. Estão todos de parabéns!

  • Daniela
    Responder

    Já que não tivemos (novamente) reajuste salarial, não temos nenhum modo de progressão ( somente Magistério), que continuamos sermos ” comandados” por grande parte por cabos eleitorais, não conseguimos vender nossa licença prêmio, será que, o Sindicato teria força para reverter os 10 dias de férias que foi negado a venda? Nem vou falar do Vale alimentação ( não desmerecendo) é menor de todos…Que diga a ORCALI

    • Sinsej
      Responder

      Daniela, a “venda” dos dez dias de férias está no pacote da portaria que suspendeu também a licença prêmio. Para restabelecer esse direito, precisamos derrubar toda a portaria. Há ação judicial do sindicato nesse sentido, aguardando decisão do Dr. Roberto Lepper, juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Joinville. A “força” do sindicato para derrubar a medida de forma administrativa ou politicamente depende da participação massiva dos servidores nas assembleias, atos, greve e demais atividades propostas.

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