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 em Joinville

Em quase toda a Prefeitura chega ao limite a falta de condições de trabalho oferecidas por este governo. Na última semana, os trabalhadores das subprefeituras de Joinville mostraram o que é preciso ser feito. Eles mobilizaram-se, negando-se a trabalhar sem Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) básicos.

Esta luta precisa ser ampliada, com a participação de todas as unidades, dos mais diversos setores da cidade. É responsabilidade de cada servidor público denunciar e se mobilizar contra a falta de materiais, de equipamentos e de direitos, que impedem o necessário atendimento à comunidade.

Diante disso, todos os servidores municipais de Joinville estão chamados a participar de assembleia geral na terça-feira (5/9), às 19h30, no Sinsej.

Estarão na pauta de discussão da assembleia

• Exigência da revogação da normativa 001/2017, que trata do registro de ponto biométrico, com regras injustas que levam a descontos salariais e punições na carreira dos servidores.

• Revogação da portaria que suspende o pagamento de licença prêmio, direito estatutário de todos os servidores.

• Regulamentação da lotação e transferência, com a instituição de regras claras e fixas, impedindo punições e favorecimentos políticos.

• Pagamento do abono para os servidores que trabalharam durante o recesso – um direito sempre pago a estes funcionários e que foi suspenso no último ano.

• Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (Pmaq) – este programa remunera equipes de Saúde da Família que firmam contrato com a União submetendo-se ao cumprimento de várias metas. Neste momento, a Prefeitura tenta impor alterações nas regras de distribuição da verba proveniente do governo federal, prejudicando diversos servidores.

• Fornecimento imediato de Equipamentos de Proteção Individual e uniformes para quem trabalha nas subprefeituras da cidade, cozinhas das unidades de educação, Horto Florestal, Abrigo Animal, unidades de saúde, entre outros locais.

• Reposição do quadro de funcionários em todas as unidades com equipes defasadas, por meio de contratação emergencial direta e abertura de concurso público. Sofrem com este problema, neste momento, sobretudo Centros de Educação Infantil (CEIs), unidades da Secretaria de Infraestrutura e da Saúde.

• Pagamento de insalubridade a todos os servidores que trabalharem expostos a estes riscos.

• Retorno da realização dos exames periódicos, que já foram anuais e hoje não ocorrem.

Participe do Grito dos Excluídos em 7 de setembro

No dia em que se comemora a Independência do Brasil, tradicionalmente os movimentos sociais de todo o país organizam um bloco denominado “Grito do Excluídos”, onde são expostas à comunidade as injustiças que assolam o povo. Todos os anos, o Sinsej convida a categoria a participar desta manifestação, mostrando o abandono do governo aos servidores e ao serviço público da cidade. Em 2017, não faltam pautas. Combine com sua equipe, amigos e familiares. Traga seu cartaz, faixa, EPI estragado, uniforme rasgado… Toda forma de manifestação é válida.

Concentração às 9 horas, em frente ao Sesc (Rua Itaiópolis).

Exibindo 2 comentários
  • Patrícia
    Responder

    Não poderei ir na assembleia mas quero denunciar que na Escola Eladir Skibinsk falta professor pra educação infantil e a escola tem apenas uma cozinheira.

  • Heraldo Mauricio
    Responder

    Também não poderei participar, mais apoio a manifestação para os funcionários tenham melhores condições de trabalho.

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