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70% dos trabalhadores dos PAs aderiram à greve | Foto: Kályta Morgana de Lima

70% dos trabalhadores dos PAs aderiram à greve | Foto: Kályta Morgana de Lima

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Os servidores que trabalharão durante o recesso, entre os dias 17 de dezembro e 1º de janeiro, entraram em greve na manhã desta segunda-feira (11/12). Eles reivindicam melhores condições de trabalho, reposição de materiais, contratação imediata de pessoal e fim do assédio moral. Além disso, buscam a volta e a regulamentação do abono que era pago até 2015 para quem trabalha neste período, enquanto diversas unidades estão fechadas. Às 8 horas de hoje o Sinsej contabilizou 70% de adesão dos funcionários dos Pronto Atendimentos (PAs) da cidade.

O início da greve foi deflagrado na terça-feira passada, em assembleia. O Sinsej comunicou o governo e solicitou abertura de negociações. No entanto, embora tenha enviado nota à imprensa se dizendo “aberta ao diálogo”, a Prefeitura não agendou nenhuma reunião. “De nossa parte queremos resolver o mais rápido possível para restabelecer o atendimento à comunidade”, ressaltou o presidente do sindicato, Ulrich Beathalter, na assembleia realizada com os trabalhadores no início da manhã. “Nossa expectativa é que se abra a mesa de negociação ainda hoje”.

Ao longo do dia, os servidores dos PAs visitarão o Hospital Municipal São José, o Detrans, a Vigilância Ambiental, entre outros setores que operam durante o recesso para dialogar com quem ainda não aderiu ao movimento. A concentração dos grevistas está instalada em frente à Prefeitura.

Exibindo 5 comentários
  • Evaldo da Silva Pereira Filho
    Responder

    Bom dia. É lamentável que o povo é quem paga o pato sofrendo buscando atendimento médico (aquele atendimento que candidato tem coragem de prometer em campanha política) de um lado vemos o sofrimento de quem busca atendimento e não consegue devido a greve.quem é verdadeiramente o culpado por isto acontecer (greve é o povo sofrendo) agora vemos o sofrimento de quem busca atendimento, e quando não há greve vemos o sofrimento de ambos “paciente e os profissionais da saúde”. Eu vou muito ao PA Leste devido problemas de coluna, observo o caos que está este PA Leste,não há como estes profissionais da saúde trabalhar naquela forma. Tem emergência,tem crianças idosos e os demais pacientes para ser feita triagem e depois tanto crianças e adultos todos ali esperando para ser medicado, fazer Eletro e raio x,levar para observação e o número de profissionais e realmente baixo. Não adianta ter cirurgiao, pediatra e clínico e o número de profissionais o mesmo de 3 anos atrás. Esse nosso prefeito é algo que tem mínimas características com um ser humano, porque se ele fosse humano talvez cumpriria oque prometeu aos profissionais da saúde e aí sim não haverá greve.

  • Ilma
    Responder

    é uma pena que tenhamos sempre entrar em Greve para reivindicar nossos direitos .E uma falta de consideração com os nossos servidores.

  • Eu
    Responder

    E o que fazem os que estão no estagio probatório e estão sendo obrigados através de convocação a trabalharem nos PAs?

    • Sinsej
      Responder

      Olá,
      A orientação do Sinsej é de se negar. Porém, se as chefias insistirem é para solicitar que a transferência seja documentada, com dia, jornada, local, função e penalidades. Com a documentação o servidor está amparado. Abraço.

  • Dione Melo Verli
    Responder

    Sinceramente… Com tanta evolução em tantos setores no mundo…fico me perguntando pq a greve ainda é utilizada como única forma “eficaz” de servidores terem “conquistas”. A população e os próprios servidores são prejudicados qdo existe greve. O que mais me chateia é a greve ter sido iniciada na última semana antes do recesso para que sejam resolvidas questões relacionadas justamente ao recesso. Na minha humilde opinião é no mínimo falta de planejamento e empenho do sindicato. Tiveram todo o ano de 2017 para ações sobre esse assunto, já que o que está sendo reivindicado também não ocorreu em 2016. Aguardo retorno para esclarecimentos sobre minhas dúvidas.

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