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 em Joinville

Em 1º de maio deste ano o prefeito Udo Döhler deu um grande presente aos seus trabalhadores: reeditou a portaria que suspende licença-prêmio, a possibilidade de vender um terço de férias e o abono natalino (8082/2015). Assim, completam-se três anos de sucessivas prorrogações do corte de direitos estatutários – previstos em lei – por meio de uma simples portaria da Secretaria de Gestão de Pessoas.

Essa ação é obviamente ilegal e o Sinsej já acionou a Justiça, mas, como é comum, processos que beneficiem a classe trabalhadora são extremamente morosos no Judiciário. Está mais do que na hora de os servidores de Joinville reagirem politicamente a esse absurdo e obrigarem o prefeito a devolver o que é da categoria por direito.

A revogação desses cortes é o item 3 das cláusulas sociais da Pauta de Reivindicações 2018. As mesas de negociação com a Prefeitura já estão em andamento, mas Udo Döhler se nega a conceder qualquer pedido. Na história, nenhum direito foi dado de graça aos trabalhadores e, sempre que não houve resistência, eles foram tomados de volta pelos patrões. Participe da próxima assembleia da Campanha Salarial, dia 24 de maio, às 19 horas, no Sinsej.

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