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 em Itapoá
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Servidores consideraram a proposta da Prefeitura inadmissível | Foto: Kályta Morgana de Lima

Na noite dessa terça-feira (8/5) os servidores de Itapoá realizaram assembleia para discussão da Campanha Salarial 2018. Eles recusaram a proposta do governo e deflagraram estado de greve. A categoria exige que o prefeito Marlon Roberto Neuber (PR) receba o sindicato e atenda todos os pontos da Pauta de Reivindicações.

O presidente do Sinsej, Ulrich Beathalter, destacou a demora da Prefeitura para responder o ofício contendo as reivindicações e pedido de audiência, protocolado em 9 de abril. Um pouco antes de iniciar a assembleia, a equipe técnica, nomeada pelo prefeito para analisar as solicitações da categoria, entregou uma proposta. Sem nenhuma previsão de audiência ou dos demais pontos, apenas ofereceu revisão salarial e correção do vale-alimentação conforme o INPC, mais a compensação de 1% ao ano para 2018, 2019 e 2020. Ou seja, o governo não quer discutir mais nada com a categoria pelos próximos três anos. Os servidores rejeitaram a proposta absurda do prefeito Marlon e por unanimidade aprovaram o estado de greve.

CONSTRUÇÃO DA GREVE DA CATEGORIA

Ulrich destacou a importância dos presentes discutirem com seus colegas nos locais de trabalho a construção da greve, pois é somente na luta que os direitos serão conquistados. “A categoria não pode aceitar que o governo ignore as reivindicações e o sindicato. Qualquer ação truculenta da Prefeitura precisa ser respondida com unidade e luta”, explicou. Ulrich fomentou que é isso que os servidores estão chamados a discutir nos locais de trabalho, que as equipes organizem reuniões e chamem o sindicato.

PRÓXIMA ASSEMBLEIA

Dia 23 de maio é o prazo encaminhado para que a Prefeitura responda de fato a Pauta. Nessa mesma data os servidores voltam a se reunir para analisar e avaliar os próximos passos da Campanha Salarial.

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Foto: Kályta Morgana de Lima

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