Na manhã de 7 de setembro, a direção do Sinsej, junto com a comunidade joinvilense, soltou sua voz na 25ª edição do Grito dos Excluídos: Este sistema não vale! Reivindicando justiça, direitos e liberdade, mais de 200 pessoas participaram da manifestação portando faixas, bandeiras, cartazes e pirulitos em protesto ao sistema político econômico em que estamos inseridos, o qual prioriza o capital em detrimento dos direitos básicos da população trabalhadora mundial.
Ao mesmo tempo em que acontecia em diversas cidades do país, o Grito dos Excluídos de Joinville foi organizado por sindicatos, estudantes e outras organizações de luta da sociedade para defender a Previdência Social, direitos à moradia, à saúde, à educação, à justiça social, defender a Amazônia e outros tantos direitos que estão sendo destruídos pelo governo de Bolsonaro.

Queremos a Casa Viva Rosa e o Abrigo Infanto Juvenil públicos
Em defesa dos serviços públicos, o Sinsej aproveitou a atividade para denunciar à população o projeto do prefeito Udo Döhler, de privatização da Casa Viva Rosa e o Abrigo Infanto Juvenil. Para dialogar sobre o tema com a população que assistia ao desfile, foram distribuídos panfletos alertando os riscos desse projeto.
O prefeito quer ceder a entidades privadas a administração desses dois espaços públicos, que abrigam, respectivamente, mulheres, crianças e jovens em situação de violência. É nesses espaços que os abrigados têm todo o amparo e acesso aos serviços e às políticas públicas necessárias para sair da situação de vulnerabilidade, por isso é inaceitável que os espaços saiam a do controle da Prefeitura.
Para barrar esse projeto, a direção do Sinsej e o Centro dos Direitos Humanos Maria da Graça Braz estão atuando pela realização de audiência pública na Câmara de Vereadores de Joinville sobre o tema.

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