Nesta sexta-feira, 4 de outubro, às 13 horas, representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville (Sinsej), do Centro dos Direitos Humanos Maria da Graça Bráz e servidores vão protocolar ofício no gabinete do prefeito Udo Döhler solicitando a continuidade da Casa Abrigo Viva Rosa e Abrigo Infanto Juvenil sob gestão pública. Após, o grupo seguirá para o Ministério Público de Santa Catarina para solicitar atuação do órgão contra o processo de terceirização promovido pelo governo municipal.

Em audiência pública realizada dia 1° de Outubro, na Câmara de Vereadores, o Secretário Municipal de Assistência Social Vagner Oliveira confirmou os rumores sobre a intenção da Prefeitura Municipal de Joinville (PMJ) de privatizar os dois espaços que prestam assistência a mulheres, crianças e adolescentes em situação de violência e vulnerabilidade social por redução de “custos”. No entanto, o que o governo municipal resume a custos, o Sindicato e servidores entendem como investimento. O serviço público não deve visar lucro e sim o bem estar social.

Sem transparência alguma, sequer com servidores, Sindicato ou entidades que compõem o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, da Criança e do Adolescente, o processo de terceirização está em curso, com previsão de remoção dos servidores.

O Sinsej cobra a manutenção desses espaços para atender crianças, adolescente e mulheres com servidores qualificados e ampliando o serviço.

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