Na segunda-feira, 4 de novembro, o Sinsej esteve presente na reunião da Comissão de Legislação, Justiça e Redação da Câmara de Vereadores de Joinville para acompanhar o início da tramitação dos Projetos de Lei Complementar números 51 e 52, ambos de 2019, na Casa. O primeiro PLC, proposto pelo Poder Executivo, trata da extinção de cargos como o de supervisor e orientador escolar, que serão substituídos por um líder de área pedagógica e propõe aumento na porcentagem da gratificação já existente para os diretores e auxiliares de direção. Para a diretoria do Sinsej, esse projeto proporciona mais uma maneira de se fazer campanha política para o governo municipal. Na tribuna, a presidenta do Sindicato, Jane Becker, alertou que é preciso concurso público para que se tenha mais profissionais e o que deveríamos estar discutindo não é a extinção, sim a ampliação dos cargos de supervisor escolar 1 e 2, assim como o de orientador escolar. Ela também defendeu a necessidade de realizar uma audiência pública sobre os temas. A relatoria do PLC 51/2019 ficou com vereador Richard Harrison.
Já o PLC 52, também, proposto pelo Executivo, trata da criação de cargos de coordenação no setor da saúde e teve a relatoria designada para o vereador Fabio Dalonso.
Nos próximos dias, a direção do Sinsej estará na Câmara fazendo contato com os vereadores e o pedido formal de uma audiência pública para que esses projetos sejam debatidos amplamente com os servidores e a comunidade.
O Sinsej chama a categoria a ficar atenta às atividades e a comparecer à audiência na CVJ quando ela for agendada.

Assista, abaixo, ao vídeo da fala da presidenta do Sinsej na tribuna:

Presidenta do Sinsej, Jane Becker, fala à Comissão sobre a importância de realizar Concurso Público e ampliar a importância dos cargos de supervisor e orientador escolar.Após a exposição, ela também solicitou a realização de uma audiência pública.

Posted by Sinsej on Monday, November 4, 2019

Exibindo 2 comentários
  • Diná Ester de Freitas
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    Isso mesmo a compamheira Jane disse tudo, é um absurdo estar discutindo a extinção de dois cargos extremamente necessários ao invés de discutir a ampliação dos mesmos, como por exemplo nos CEIs que não tem esses profissionais, que já são substituídos por pessoa que desempenha múltiplas funções.

  • cesar luis dariva moretti
    Responder

    A extinção de cargos proposto pelo executivo significa acabar num futuro próximo, o pilar pedagógico da escola.Beneficiando com aumento alguns cargos em detrimento de outros vai promover divisões no magistério municipal! Dividir para reinar,essa é a tática dos poderosos,infelizmente!

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