Servidores paralisam atividades em Joinville
O recado está dado. Os trabalhadores municipais de Joinville não aceitarão mais precarização no serviço público. Na manhã desta sexta-feira,
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O recado está dado. Os trabalhadores municipais de Joinville não aceitarão mais precarização no serviço público. Na manhã desta sexta-feira,
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O recado está dado. Os trabalhadores municipais de Joinville não aceitarão mais precarização no serviço público. Na manhã desta sexta-feira, 27/2, centenas de servidores paralisaram suas atividades e se concentraram em frente à prefeitura, exigindo que Adriano Silva (Novo) atenda às reivindicações da categoria. Entre as pautas, estão o fim

Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira, no auditório do Sinsej, a categoria decidiu paralisar as atividades na próxima sexta-feira, dia 27 de fevereiro, com manifestação em frente à prefeitura. O encontro teve como pauta principal a deliberação da devolutiva do executivo sobre a Campanha Salarial de 2026. Abertura e

O CAPS III Dê-lírios, serviço fundamental da rede de atenção psicossocial do município, voltou a expor uma realidade que já não pode mais ser ignorada: a *precarização das condições de trabalho e a falta de respostas efetivas por parte da administração municipal. Responsável pelo atendimento 24 horas de pessoas com
OPINIÃO

O governo Novo quer privatizar a companhia de água e esgoto de Joinville, a maior cidade de Santa Catarina. O prefeito Adriano Silva segue uma política nacional de entrega do setor de saneamento ao mercado privado, que nos últimos anos, tem repassado o controle do setor e dinheiro público na

Uma vez mais, a notícia vem da extrema direita de Joinville. Dessa vez, do vereador Mateus Batista (União), membro do MBL – Movimento Brasil Livre. O parlamentar, em suas redes sociais, afirmou que “se não barrarmos o fluxo migratório, Santa Catarina vai virar um grande favelão”, referindo-se especialmente ao Pará

De julho até setembro, a população poderá votar no Plebiscito Popular 2025, uma iniciativa nacional da Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo, que busca pressionar o Estado para o fim da escala 6×1 e pela isenção de imposto para aqueles que ganham até R$5 mil. O Sinsej está